Deep in the meadow, under the willow, a bed of grass, a soft green pillow.
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Insectos?!

As pessoas que frequentam o 11º agora devem conhecer este poema, visto que uma amiga minha, que anda nesse ano, tem-o no livro.

Uma vez eu sonhei que era uma borboleta, 
voando entre as flores e arbustos do jardim.

 

Tudo era tão concreto e real 
que em momento nenhum do meu sonho 
suspeitei que a borboleta era eu 
ou que eu fosse a borboleta.

 

Para todos os efeitos possíveis e imagináveis, 
eu era, eu agia e eu realmente me sentia uma borboleta, 
cumprindo o destino de uma borboleta qualquer.

 

De repente, eu acordei 
e lá estava eu, sendo a pessoa que eu sempre fui 
– ou que sempre imaginei ser.

 

Sei muito bem 
que entre um homem e uma borboleta 
há tantas diferenças fundamentais e insuperáveis 
que a transformação de um no outro 
é algo simplesmente impossível de acontecer no mundo real.

 

É por isso que, desde então, 
eu nunca mais tive sossego 
quanto à minha verdadeira identidade.

 

Pois não há nada que me permita saber, 
com toda certeza e rigor, 
sem nenhuma margem de dúvida, 
se eu sou verdadeiramente um homem, 
que um dia sonhou que era uma borboleta, 
ou se eu sou uma borboleta, 
sonhando que é um homem.

 

O que me meteu confusão, após ter lido o poema, foi uma pergunta que se encontrava por baixo a dizer "E nós? Seremos nós insectos a sonhar que somos humanos?". Meteu-me a maior das confusões dentro da cabeça e fiquei a interrogar-me sobre isso. E vocês, acham que somos nós insectos a sonhar que somos humanos? A verdade é que não há maneira de o provar.

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uma filosofia de agnes hope às 22:12
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

Spring

"Eu aprendi com a primavera a me deixar cortar e voltar sempre inteira"Kate Moss in “Summer love” by Peter Lindbergh for Harper’s Bazaar, February 1996

novo capítulo right here. deixem opinião.

separadores: ,
uma filosofia de agnes hope às 21:04
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Domingo, 20 de Maio de 2012

Don't you dare

Through the days

I've been discovering

That everything you say

have something amazing

(or dumb).

Through all the smiles

and tears

I finally understood

you make me feel good.

I don't know how

but now you mean the world to me

because somehow

you make me see

that is still worth living

and feeling what life gives to me.

You light up my day

like nobody else can

and you make me feel ok.

 

You're the one and only

my true best friend.

Don't you ever,

ever,

ever dare to live me.


Feito por mim (eu sei que está uma grande porcaria) mas o que conta é a intenção. Feio para a Inês (alexis) porque ela é uma das melhores pessoas que eu já conheci. A melhor amiga que alguém pode ter, e que eu tenho.

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uma filosofia de agnes hope às 13:58
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